sábado, 28 de março de 2015

Pug

  
 
   Ninguém desconfiaria que esse cãozinho inofensivo já foi a pedra no sapato de Napoleão Bonaparte. o imperados teve um desentendimento pessoal com a raça.
   Sua esposa, Josefina, tinha um Pug um tanto exclusivista e ciumento que não gostava nem um pouco do general. Dizem que o mascote impediu Bonaparte de entrar no quarto uma porção de vezes. A raça que teve a petulância de atrapalhar o casal ilustre, surgiu na China e foi levado a Holanda na época das Grandes Navegações, entre os séculos 15 e 17.
   Ter um Pug em casa é garantia de companhia e roncos constantes, causados pelo focinho achatado que dificulta a sua respiração.
   Cuidado: ele odeia o calor.

domingo, 15 de março de 2015

Mordida de cães e gatos

   Quem convive diretamente com animais de estimação está sujeito a levar mordidas e arranhões. Pode ser algo leve e sem importância, ocorrido durante uma brincadeira. Mas se o animal atacar por agressividade ou reação à dor, a mordida pode ser grave e necessitar de cuidados.
   A boca dos cães e gatos possui vários tipos de bactérias, assim como a nossa. Algumas delas são patogênicas, isto é, podem causar doenças.
   Se compararmos as consequências da mordedura de um cão e a de um gato, veremos que as mordidas dos felinos têm uma chance dez vezes maior de causar infecção aos humanos que a dos cachorros. Isso porque os dentes dos gatos são bem mais afiados e, portanto, a mordedura é sempre mais profunda e difícil de ser totalmente desinfetada.
   A boca dos gatos também possui mais bactérias nocivas ao homem, como é o caso da Pasteurella, que causa infecções. O fato dos gatos terem o hábito de lamber as patas faz com que os arranhões também sejam potencialmente perigosos, pois as unhas podem estar contaminadas por bactérias da saliva.



  
   Sempre que houver um acidente de mordedura causada por um cão ou gato em que haja arranhões ou sangramentos, é importante fazer a imediata desinfecção do local com água e sabão e, se possível, aplicar um antisséptico. Dependendo da profundidade e gravidade da mordida, o médico pode prescrever antibióticos preventivamente.
   Costuma-se dizer que a saliva do cão é cicatrizante e algumas pessoas, acreditando nisso, acham que se o cachorro da casa lamber uma ferida humana, ela cicatrizará mais rápido. Isso é um grande erro, pois o risco de contaminação por bactérias da boca do cão é muito maior do que qualquer poder cicatrizante que a saliva canina, supostamente, possa ter.
   Quanto à transmissão da raiva pela mordida ou arranhão, ela só acontecerá se o animal estiver infectado com o vírus. Como a maioria dos animais domésticos é vacinada anualmente, esse risco é mínimo. Se a pessoa for mordida por um cão ou gato desconhecido, o animal deve ficar por 10 dias em observação. Se isso não for possível, é indicado que seja feito o tratamento preventivo da raiva no indivíduo que foi mordido.
   Uma mordida leve de um animal da casa pode não ter qualquer consequência, como ocorre na maioria das vezes. Porém, pessoas com o sistema imunológico deprimido (Aids, tratamento de câncer, uso prolongado de cortisona), assim como idosos ou crianças muito pequenas, podem ter consequências mais graves com infecções generalizadas.
   A mordedura do gato pode causar vermelhidão, inchaço e dor local em poucas horas. A infecção irá restringir-se ao local da mordida e regredir, o que ocorre na maior parte dos casos, ou progredir para sintomas generalizados com febre e mal estar (pessoas imunodeprimidas). A mordedura do cão poderá causar o mesmo, mas a chance da infecção ocorrer é sempre menor, embora essa possibilidade nunca deva ser desprezada.
   Ter um animal de estimação não oferece risco algum à saúde humana desde que tomadas as medidas preventivas para evitar acidentes: manter a vacinação anti-rábica rigorosamente em dia, desinfetar imediatamente toda mordedura de animais e evitar acidentes com mordidas. Isso significa: não arriscar-se com animais bravos e, principalmente, não provocar cães e gatos.



Fonte: Silvia C. Parisi

sábado, 7 de março de 2015

Porque você NUNCA deve dar pratinhos de plástico para seu gato


    Plástico é o material mais barato que existe para fazer comedouros e bebedouros, e por isso as pet shops estão lotadas de pratinhos de plástico. Por consequência, a casa das pessoas também. Mas dessa vez existe um bom motivo para investir um pouco a mais: a saúde do seu peludo!
    O primeiro problema do plástico é que ele um material poroso e risca com facilidade, e essas irregularidades com o tempo ficam cheias de germes e bactérias. Essa é a razão para pratinhos de plástico serem tão perigosos para a acne felina, aqueles pontinhos pretos no queixo do gato (leia aqui).
    E não é porque o gato nunca tive acne felina que ele não está exposto às bactérias, ele só não está tendo uma reação tão visível a elas. O que pode estar acontecendo lentamente dentro do corpinho dele é outra história. E, gatos são espertos, ele pode decidir que não quer mais comer ou comer menos simplesmente porque o prato cheira mal tanto pelas bactérias quanto pelas irregularidades – até a ração seca tem óleos que se acumulam ali (e lavar nunca tira 100%).
    O segundo problema do plástico é sua composição e os químicos que são liberados ao pouco no organismo do seu miau. Muitos plásticos têm ftalatos, que servem para dar maleabilidade ao material – e que fazem muito mal para a saúde (tanto nossa quanto dos gatos).
    Outro perigo é o BPA, que causa, entre muitas outras coisas, câncer e problemas neurológicos.    Felizmente ele é proibido no Brasil, mas a grande maioria dos comedouros que se vendem por aí são feitos na China. E, bom, não vale o risco, não é?

Então, o que usar?

    É quase que… “tudo menos plástico”. Inox e cerâmica (sem pintura) são seguros e fáceis de achar em pet shops e em lojas de produtos para o lar (petisqueiras humanas são ótimos comedouros de gato!). Vidro também é uma boa alternativa, e dá um toque bonito na decoração.
    Independente do material, o pratinho precisa ser lavado à mão com frequência. Se o peludo come ração úmida, a higienização do pratinho precisa ser diária.


Fonte: Gatinho branco

domingo, 1 de março de 2015

Como saber se seu gato está saudável

O estado de saúde dos gatos deve ser avaliado de acordo com diversos sinais que eles apresentam.
Vejamos, então, os mais importantes:

• Olhos

Os olhos devem ter cor viva e brilhante. O brilho natural dá aos olhos um aspecto saudável.
Os gatos têm uma terceira pálpebra que fica escondida e só aparece quando é preciso proteger o olhos de algum ferimento ou irritação. Assim, se essa terceira pálpebra estiver visível é sinal de que algo está errado e de que você deve levar seu animal ao veterinário. Outros sintomas que costumam acompanhar irritações nos olhos de gatos são alteração na cor e lacrimejamento constante.

• Orelha

Observe a coloração delas. Orelhas saudáveis são cor-de-rosa-claro e não apresentam secreções nem cerosidade. Naturalmente, todo ouvido tem lá no fundo uma substância protetora chamada cerume, também conhecida como cera de ouvido. O problema é quando essa cera se torna aparente Uma boa dica é conversar com o veterinário a respeito da frequência com que você deve limpar as orelhinhas dele. E lembre-se: não use hastes flexíveis! O ideal é ir somente até onde seu dedo alcançar . Envolva a ponta do dedo indicados em um lenço de papel, introduza-a no ouvido do gato e faça movimento semicirculares, delicadamente, sem forçar a penetração do dedo no duto auditivo do animal.
Se seu gato começou a coçar muito as orelhas ou se está chacoalhando a cabeça bruscamente, atenção! Isso indica que alguma coisa nas orelhinhas dele o está incomodando. Leve-o ao veterinário rapidamente, pois infecções de ouvido podem ter consequências graves se não forem tratadas a tempo.

• Falta de fôlego

A falta de fôlego pode ser consequência de inflamação da gengiva ou de excesso de pelo que ele engole ao se limpar. Para evitar isso, a higiene bucal de seu gato e a escovação do pelo devem ser semanais!

• Focinho

O focinho do seu gato deve sempre estar um pouco úmido e sem casquinhas.

Mais importante do que todas essas dicas juntas é você sempre levá-lo ao veterinário ao menos uma vez por ano.


Fonte: Clube dos Animais